\ Descrição


 

O Instituto Politécnico de Bragança (IPB) tem vindo a desenvolver, desde meados de 2007, um projecto designado por VERCampus – Campus Vivo de Energias renováveis, que visa a implantação no seu Campus Universitário de um “Parque Vivo” dedicado à disseminação das Energias Renováveis: solar fotovoltaica, solar térmica, eólica, hídrica, sistemas híbridos, micro redes inteligentes (smart grids), veículos eléctricos, biocombustiveis e eficiência energética.

O Parque de Energias Renováveis foi concebido para estar aberto à comunidade, através de um conjunto de actividades que vão desde o ensino e formação ao longo da vida até à realização de projectos de transferência de tecnologia e de I&D, passando pela disseminação de fontes renováveis de energia e das tecnologias envolvidas, junto da comunidade envolvente, designadamente, empresas, instituições públicas e privadas e escolas de diferentes níveis de ensino. A designação de “Parque Vivo” pretende realçar que o Parque estará permanentemente activo, com realização de actividades regulares abertas à comunidade em geral.

A concretização do projecto também vai permitir a realização de actividades de ensino e de formação – a principal missão do IPB – com uma componente de verificação e demonstração experimental, no âmbito da formação ao longo da vida e dos cursos ministrados no IPB, designadamente o Mestrado em Energias Renováveis e Eficiência Energética e as licenciaturas em Engenharia de Energias Renováveis, Engenharia Electrotécnica, Engenharia Mecânica, Engenharia Química, entre outros cursos de mestrado e de licenciatura.

Por outro lado, o projecto visa assegurar também que as empresas e a comunidade em geral disponham de informação sobre os reais custos das suas soluções energéticas e sobre as melhores alternativas, de forma a estimular comportamentos mais eficientes que se traduzam numa utilização mais racional da energia. Para o efeito, o IPB está a desenvolver um plano de acção com vista a uma maior sustentabilidade energética através de integração de energias renováveis e implementação de medidas de eficiência energética para, desse modo, contribuir para o desígnio nacional de redução de CO2 e obter uma poupança não inferior a 20% do consumo de energia até 2020, assumindo o compromisso de atingir este objectivo nos próximos anos.